segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Confira os vencedores do Screen Actors Guild Awards
A cerimônia da 18ª edição do Screen Actors Guild Awards, o SAG, aconteceu na noite de ontem, 29/01, e premiou os melhores do Cinema e da TV, com uma homenagem pela carreira da atriz Mary Tyler Moore!
Confira os vencedores da premiação:
Cinema
Elenco: Histórias Cruzadas
Ator: Jean Dujardin, por "O Artista"
Atriz: Viola Davis, por "Histórias Cruzadas"
Ator Coadjuvante: Christopher Plummer, por "Toda Forma de Amor"
Atriz Coadjuvante: Octavia Spencer, por "Histórias Cruzadas"
Equipe de Dublês: Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2
Televisão
Elenco de série dramática: Boardwalk Empire
Ator de série dramática: Steve Buscemi, por "Boardwalk Empire"
Atriz de série dramática: Jessica Lange, por "American Horror Story"
Elenco de série cômica: Modern Family
Ator de série cômica: Alec Baldwin, por "30 Rock"
Atriz de série cômica: Betty White, por "Hot in Cleveland"
Ator de Telefilme ou Minissérie: Paul Giamatti, por "Too Big to Fail"
Atriz de Telefilme ou Minissérie: Kate Winslet, por "Mildred Pierce"
Equipe de Dublês em uma série: Game of Thrones
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Temporada de premiações 2012: GLOBO DE OURO
A 69ª cerimônia de entrega dos Golden Globe Awards, aconteceu no último dia 15/01...
*Categoria Cinema
Melhor filme - drama: Os Descendentes
Melhor filme - comédia/musical: O Artista
Melhor ator - drama: George Clooney, "Os Descendentes"
Melhor atriz - drama: Meryl Streep, "A Dama de Ferro"
Melhor ator - comédia/musical: Jean Dujardin, "O Artista"
Melhor atriz - comédia/musical: Michelle Williams, "Minha Semana com Marilyn"
Melhor ator coadjuvante: Christopher Plummer, "Toda Forma de Amor"
Melhor atriz coadjuvante: Octavia Spencer, "Histórias Cruzadas"
Melhor roteiro: Meia-Noite em Paris, de Woody Allen
Melhor animação: As Aventuras de TinTin
Melhor trilha sonora: O Artista
Melhor canção original: "Masterpiece", de Madonna
Melhor filme em língua estrangeira: A Separação (Irã)
Melhor diretor: Martin Scorsese, "A Invenção de Hugo Cabret"
*Categoria TV
Melhor série de TV - drama: Homeland
Melhor atriz em série de TV - drama: Claire Danes, Homeland
Melhor ator em série de TV - drama: Kelsey Grammer, Boss
Melhor atriz - musical/comédia: Laura Dern, Enlightenment
Melhor ator - musical/comédia: Matt LeBlanc, Episodes
Melhor minissérie ou filme para TV: Downtown Abbey
Melhor atriz em minissérie ou telefilme: Kate Winslet, Mildred Pierce
Melhor ator em minissérie ou telefilme: Idris Elba, Luther
Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme: Jessica Lange, American Horror Story
Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou telefilme: Peter Dinklage, Game of Thrones
Melhor série - musical/comédia: Modern Family
*Prêmio Cecil B. DeMille: Morgan Freeman
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
BELDADES DO CINEMA: BRAD PITT
Nome: William Bradley Pitt
Natural de: Shawnee, Oklahoma, EUA
Nascimento: 18/12/1963
FILMOGRAFIA:
Thelma & Louise
Nada é para Sempre
Amor à Queima-Roupa
Kalifórnia
Lendas da Paixão
Entrevista com o Vampiro
Os Doze Macacos
Seven - Os Sete Crimes Capitais
Sleepers - A Vingança Adormecida
Inimigo Íntimo
Sete Anos no Tibet
Encontro Marcado
Clube da Luta
Quero ser John Malkovich
Snatch - Porcos e Diamantes
A Mexicana
Confissões de uma Mente Perigosa
Onze Homens e um Segredo
Tróia
Doze Homens e Outro Segredo
Sr. e Sra. Smith
Babel
O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford
Treze Homens e um Novo Segredo
O Curioso Caso de Benjamin Button
Bastardos Inglórios
"As Rosas não Falam"
Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão,
Enfim
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão,
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas,
Mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim
(Cartola)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Pânico 4, de Wes Craven, revitaliza a saga e diverte o público
“ALÔ, QUAL SEU FILME DE TERROR FAVORITO?”...Ao tocar o telefone várias vezes, uma estranha voz surge na linha dizendo essa célebre frase, que é só o começo de um jogo malicioso e sem-saída, de deixar qualquer vítima apavorada. Para os fãs da saga Pânico, não há novidade nisso. Só nos faz voltar 15 anos atrás e se lembrar do excelente prólogo de Drew Barrymore, como Casey Becker, no primeiro filme. Um marco da trilogia! Assim, a saga Pânico conquistou uma legião de fãs e se tornou mundialmente reconhecida.
Pânico foi satirizado no sucesso "Todo mundo em Pânico" e originou filmes inspirados no tema, como "Eu sei o que vocês fizeram no Verão Passado" e "Lenda Urbana". Os três anteriores filmes da série angariaram juntos mais de US$600 milhões, além de ter sido uma febre no final dos anos 90 e início de 2000.
E se você achava que o terceiro filme findaria a série, está enganado! Onze anos se passaram e o assassino Ghostface está de volta apunhalando mais vítimas em Pânico 4, que novamente conta com o esperto roteiro de Kevin Williamson e a fantástica direção de Wes Craven (A Hora do Pesadelo). Sem essa parceria, a franquia não seria tão surpreendente e assustadora. Será o começo de uma nova trilogia?
Não é um filme que te amedronta, mas conta com sustos e um bom suspense desde o início. Umas boas pitadas de comédia (ridicularizando até a própria série na versão tragicômica “A Punhalada”) interagem o público e deixam a trama ainda melhor. E prepare-se para as surpresas e reviravoltas que estão por vir.
O terror teen revitaliza a série trazendo seus atores principais: Neve Campbell, David Arquette e Courteney Cox, em seus respectivos papéis de Sidney Prescott, Dewey Riley e Gale Weathers.
Fiel à trilogia, o quarto filme retoma a perseguição do serial killer na vida da protagonista Sidney. Mais uma vez, a trama se passa em Woodsboro, onde a jovem sobreviveu a uma série de terríveis assassinatos, cometidos pelo misterioso psicopata-assassino. Desta vez, Sidney volta à cidade natal para encerrar a turnê de lançamento de seu livro de auto-ajuda. Tão logo chega, o “mascarado” volta a atacar. Aliada aos velhos amigos Dewey e Gale, agora casados, eles precisarão enfrentar uma nova série de mortes. E não seria surpresa se os adolescentes da cidade idolatrassem o massacre de Woodsboro e fossem fanáticos pelos filmes de terror.
O terror é diversão garantida e inclui Emma Roberts, Hayden Panettiere, Adam Brody, Rory Culkin, Marley Shelton e Mary McDonnell no elenco, e participações especiais de Anna Paquin e Kristen Bell nas surpreendentes cenas iniciais.
Inspirado em vários filmes do gênero, Ghostface retorna com regras baseadas no novo clichê. E a pergunta que não quer calar: Quem será o mascarado assassino? Desvende você mesmo esse mistério! É sensacional!
Por Mário Zaparoli
segunda-feira, 25 de abril de 2011
"O Maior Espetáculo da Terra", de Cecil B. DeMille
Respeitável público é uma honra poder apreciar e indicar a todos para que assistam à clássica obra do mestre Cecil B. DeMille, “O Maior Espetáculo da Terra”. Um verdadeiro show de entretenimento e exuberância, em que o mundo circense nunca foi tão bem representado.
Com Charlton Heston, Betty Hutton, Cornel Wilde, James Stewart, Gloria Grahame e Dorothy Lamour no elenco, o espetáculo está garantido, não só pelas atuações, com destaque para Heston, Wilde e Stewart, quanto na genial direção e produção de DeMille, no roteiro muito bem elaborado, nos deslumbrantes figurinos de Edith Head, e na bela trilha sonora. Sem contar a maravilhosa fotografia de George Barnes. O filme é realmente imperdível!
Com a “Grande Lona” a ponto de ir à lona, o durão gerente do circo Brad Braden (Charlton Heston) contrata o ousado e lendário trapezista Sebastian (Cornel Wilde) para revitalizar o espetáculo. Tão logo, sua chegada desperta a rivalidade e admiração de Holly (Betty Hutton), namorada de Braden e estrela do trapézio. Para recuperar seu lugar no centro do picadeiro, a talentosa Holly se vê numa desafiadora e perigosa batalha, em que acaba dividida entre o amor do enérgico Brad e do provocante Sebastian.
Mas esse é só um dos problemas de Brad, além dos caprichos de outros artistas, tem que lidar ainda com trapaceiros e assaltantes. Dentre os artistas, Dorothy Lamour, Gloria Grahame, e James Stewart, sensacional no papel do divertido e bondoso palhaço Buttons, que nunca retira a maquiagem por esconder um terrível segredo do passado.
O filme apresenta os bastidores do circo e os dramas e aventuras de um grupo de artistas de um grande espetáculo. A trama consiste em ótimos momentos de suspense, romance e tensão. Destaque para as emocionantes cenas do duelo entre Holly e Sebastian no trapézio, e as seqüências de um realista e espetacular choque entre trens.
Vencedor do Oscar de melhor filme e história original, e merecidamente indicado nas categorias de melhor diretor, figurino e edição, “O Maior Espetáculo da Terra” conseguiu derrotar clássicos como “Cantando na Chuva”. Tal premiação gerou críticas por muitos especialistas que o consideraram um dos piores ganhadores da história do Oscar.
O filme é um tanto longo, com quase três horas de duração, e pode deixar o espectador cansado em ver algumas cenas maçantes e até repetitivas. Mas é inegável que essa mega produção seja super interessante e admirável. Também com o expert Cecil B. DeMille dirigindo a trama, só poderia resultar nessa grandiosa obra.
Por Mário Zaparoli
quarta-feira, 20 de abril de 2011
"Garotos de Programa", de Gus Van Sant
A jornada de dois jovens no mundo da prostituição, que ganham a vida nas ruas descobrindo amizade e aventura em meio a um mundo cruel e perigoso. Através das lentes do aclamado cineasta e roteirista norte-americano Gus Van Sant (“Gênio Indomável”), “Garotos de Programa” é um melancólico e impressionante road movie dos anos 90, estrelado pelo ator sensação da época, River Phoenix e Keanu Reeves, em brilhantes papéis.
A polêmica produção é adaptada de uma peça de William Shakespeare e conta com um ótimo roteiro, premiado pelo Independent Spirit Awards.
Phoenix dá um show de interpretação encarnando o sensível Mike
Waters, que além de viver perambulando pelas ruas, sofre de narcolepsia e pode cair no sono mais profundo a qualquer momento. Suas memórias de infância o lançam em uma busca incessante pela mãe que o abandonou. E seu companheiro de estrada e grande objeto de desejo é Scott Favor, interpretado por Reeves, que se adéqua perfeitamente ao papel do playboy que se prostitui para escandalizar a família, e procura encontrar o sentido da vida, passando o tempo à espera da herança do pai, um corrupto prefeito de Portland. Juntos, os jovens embarcam num mundo bizarro de excêntricas aventuras e esquisitos personagens, contando viciados, ladrões, mendigos e clientes.
Waters, que além de viver perambulando pelas ruas, sofre de narcolepsia e pode cair no sono mais profundo a qualquer momento. Suas memórias de infância o lançam em uma busca incessante pela mãe que o abandonou. E seu companheiro de estrada e grande objeto de desejo é Scott Favor, interpretado por Reeves, que se adéqua perfeitamente ao papel do playboy que se prostitui para escandalizar a família, e procura encontrar o sentido da vida, passando o tempo à espera da herança do pai, um corrupto prefeito de Portland. Juntos, os jovens embarcam num mundo bizarro de excêntricas aventuras e esquisitos personagens, contando viciados, ladrões, mendigos e clientes.
A atuação de Phoenix é tão marcante a ponto de ganhar o prêmio de melhor ator no Festival de Veneza.
Esse grande sucesso solidificou a imagem de Phoenix como ator, que anteriormente, ganhou fama em “Conta Comigo”(1986), e recebeu indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante por “O Peso de um Passado”(1988). Sua amizade com Keanu Reeves e Van Sant prosseguiu até sua morte em 1993, precocemente aos 23 anos, quando foi vítima de insuficiência cardíaca induzida por drogas.
“Garotos de Programa” é moderno e visualmente belíssimo. A obra de Gus Van Sant faz um retrato único a respeito do amor sem limites e da vida à margem da sociedade. O diretor é um porta-voz da juventude pós-moderna por abordar a vida angustiante de jovens, que muitas vezes é enfocada em argumentos que explicam a rebeldia resultante de um mundo opressor. Muitas vezes, as pessoas mais jovens são inibidas de demonstrar seus sentimentos, e por conseqüência, sofrem isoladamente.
Van Sant tem a habilidade de agradar tanto o público mais segmentado quanto a qualquer outro, através de uma linguagem poética e sua recorrente temática voltada à sociedade norte-americana. Seu talento fica evidente no modo como trabalha suas temáticas, na beleza da fotografia, no estilo ousado da montagem, no primor da utilização do som e na condução dos jovens elencos. Desse modo, “Garotos de Programa” concedeu ao cineasta uma indicação ao Independent Spirit Awards de melhor diretor.
O mais interessante no filme é justamente a temática, a admirável fotografia e a filmagem em grandiosos cenários. Repare nos bruscos cortes e as cenas registradas em fotografias.
A trama contém uma narrativa lenta e arrastada, mas há uma boa dose de aventura. Não conseguiu me emocionar, mas é inegável que seja uma obra imperdível e excepcional. Phoenix e Reeves são puro charme.
Só tenho a dizer: “Tenha um bom dia”...
Por Mário Zaparoli
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